Clientes | Transforme seus clientes em DEFENSORES de sua empresa

O ritmo dinâmico vigente no mundo dos negócios exige um acompanhamento em igual medida por parte das empresas. O jeito tradicional de pensar e fazer negócios deve ser constantemente revisto, com destaque à forma pela qual as empresas veem e se relacionam com seus clientes.
Na década de 60, o cliente era visto pelas empresas como uma amolação. Mais adiante, na de 70, a proposta era satisfazer os desejos dos clientes. Na de 80, as empresas se anteciparam aos desejos dos clientes. Num cenário mais competitivo que caracterizou a década de 90, as empresas passaram a oferecer um comprometimento maior com o sucesso do cliente, criando um ambiente que ficou conhecido como a era do cliente. Na década passada, o propósito das empresas era de criar novas oportunidades para os clientes. Também é marcada pela inserção da rede mundial de computadores e um novo comportamento de compra on line. Na atual, o marketing digital tem atraído cada vez mais a atenção. A ‘busca’ tornou-se parte essencial da rotina dos usuários da Internet. As estratégias englobam os links patrocinados e a otimização para sites de busca.
É sob esta percepção que as empresas devem adotar um posicionamento para direcionar a operação de suas ações, pois produtos e serviços surgem e desaparecem; e os clientes ficarão com a empresa que desenvolver um relacionamento produtivo com eles, gerando a satisfação e agregando valor.
No passado, conseguir, cada vez mais, novos clientes, era o maior sucesso. Na concepção moderna do marketing, o foco está voltado à manutenção dos clientes atuais, desenvolvendo ações mais intensivas de relacionamento com eles.
É preciso rever o conceito tradicional do marketing que tem como objetivo, conseguir clientes, diferenciar produtos e serviços, e manter gestores especialistas em produtos. Este conceito deve ser substituído por um marketing revisitado, no sentido de um marketing relacional, que visa manter e crescer com os clientes, diferenciar clientes para oferecer um atendimento igualmente diferenciado a eles e desenvolver um encantamento individual, mantendo gestores especialistas em clientes.
Uma empresa deve procurar ter clientes DEFENSORES e não, meramente, compradores. De acordo com Jill Griffin (Como conquistar e manter o cliente fiel), a criação de um verdadeiro cliente demanda tempo e deve passar por um conjunto de fases:
1 Suspeito: aqueles que poderiam comprar de sua empresa;
2 Prospect: aqueles que precisam de produtos ou serviços de sua empresa e estão aptos a comprá-los. Apesar de nada ainda ter comprado, este tipo de cliente sabe quem é a sua empresa, onde ela está localizada e o que faz;
3 Prospect desqualificado: aqueles que a empresa conhece e sabe que não farão negócios com ela, porque não precisam ou não tem condições;
4 Comprador: aqueles que compraram o produto da empresa uma vez (os mesmos podem também ter comprado dos concorrentes);
5 Cliente eventual: aqueles que compraram mais de uma vez da mesma empresa;
6 Cliente regular: aqueles que compram tudo o que a empresa vende e que eventualmente possam utilizar, havendo um relacionamento mais consistente, de modo que os apelos dos concorrentes não tenham tanto efeito;
7 Defensor: aqueles que compram tudo o que a empresa vende e que possam eventualmente utilizar, fazendo-o de forma mais regular que na fase anterior. A diferença é que eles recomendam a empresa para terceiros;
8 Consumidor ou cliente inativo: aqueles que já foram compradores ou clientes da empresa, mas que, por um período longo, nada mais compraram dela.
Independente do porte e do setor de atuação de sua empresa, buscar a fidelidade ou a preferência do cliente é algo extremamente importante para obter um posicionamento competitivo e defender-se das ações dos concorrentes. Para Philip Kotler (Marketing 3.0), as forças que estão definindo o novo marketing estão centrado no Ser Humano. Cabe a você, enquanto gestor, tomar a atitude de colocar esta e outras ações em prática. As empresas precisam ir além da satisfação de seus clientes para se diferenciarem cada vez mais das outras ofertas de mercado. O futuro da competição segue por esta linha.
Edição | 1605
Últimas
Notícias
-
12 - Janeiro - 2026
Governo anuncia R$ 10 bilhões em crédito para compra de caminhões
Caminhoneiros autônomos terão linha de financiamento exclusiva
-
12 - Janeiro - 2026
IPCA vai a 0,33% em dezembro e fecha 2025 em 4,26%, abaixo da meta
Dados foram divulgados nesta sexta, pelo IBGE
-
12 - Janeiro - 2026
Cesta básica fica mais cara em 17 capitais em dezembro
Dieese diz que o salário-mínimo deveria ser de R$ 7.106,83
-
12 - Janeiro - 2026
Benefícios do INSS acima do salário mínimo têm reajuste de 3,9%
Com a correção, o teto dos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passa de R$ 8.157,41 para R$ 8.475,55
-
9 - Janeiro - 2026
Lula sanciona lei que cria o Código de Defesa do Contribuinte
Norma define direitos, deveres e regras para a relação entre Fisco e contribuintes.
-
9 - Janeiro - 2026
Indústria fica estável em novembro e acumula perda frente a 2024
Extrativas e bens duráveis recuam, enquanto farmacêuticos e bens de capital tiveram avanços pontuais
-
9 - Janeiro - 2026
Preço médio das passagens aéreas caiu 20% em novembro de 2025
Levantamento do governo com base em dados da Anac mostra avanço na oferta de bilhetes mais baratos e redução no custo do combustível de aviação
-
9 - Janeiro - 2026
Petróleo sobe mais de 3% e fecha no maior nível em duas semanas
Cotações avançam após dois dias de queda, com mercado reagindo às tensões na Venezuela, apreensão de navios pelos EUA e riscos à oferta de grandes produtores como Rússia, Iraque e Irã
-
8 - Janeiro - 2026
Brasil tem fluxo cambial negativo de US$ 33,3 bi em 2025, diz BC
Fluxo cambial negativo supera o de 2024; remessas antecipadas e novas tributações contribuíram para alta das saídas
-
8 - Janeiro - 2026
Varejo brasileiro recua 1% em 2025, aponta Cielo
Pressionado pela inflação, setor de Varejo registra segunda queda real consecutiva


